Aceitando a mudança
Passei fora por um tempo no interior do estado, em Horizontina, cidade pequena mais muito acolhedora.
Um projeto para menos de uma semana
virou em três semanas, a aceitação do novo junto a percepção de mudança
, fizeram toda a diferença.
Percebi neste período que as pessoas
sabem, querem ou precisam mudar de atitude sobre algo que incomoda, mas
não sabem nem por onde começar. No caso a falta de organização é a grande vilã nos dias de hoje, pois ela não afeta só a estética, mas um todo.
Mas aceitar que precisa de ajuda para
mudar não é fácil, percebi a frustração e até mesmo tristeza, uma
angústia que fica remoendo, atrapalhando relações, produtividade. E ao
mesmo tempo que me contrataram para fazer o trabalho, notei que não
acreditavam no resultado, na verdade nem sabiam o que esperavam de mim.
O que mais ouvi foi “vou te contratar, mas sei que não vai funcionar”. E
acreditem ouço muito isso, mas para mim o desafio é o meu maior
combustível, tinha que provar que era sim possível solucionar o problema
e mais a mudança seria visível, não só na estética mas sim na mudança
de hábito.
E felizmente aconteceu, as clientes
acabaram percebendo que com pequenas mudanças, e principalmente a forma
como veem o novo, faz toda a diferença.
Aceitar o processo de mudança é algo que
tem que ser trabalhado aos poucos, mas de peito aberto, o novo te tira
da zona de conforto (ou desconforto), mas em algum momento se faz
necessário.
Então, fica a dica: aceite o novo como
algo bom e necessário, você pode se surpreender com o resultado, acabará
descobrindo que tem potencial para mudar sem dor e nem sofrimento, e no
final pensará, “Porque não fiz isso antes”.
E saiba seu cérebro precisa de 21 dias para se adaptar ao novo, comece devagar, mas comece.
Coluna para Jogo De Damas
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